
Já pensou na quantidade de lixo que geramos por dia ? Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), geramos em média de 1 a 1,25kg de lixo diariamente! (Multiplique isto pela população natalense, brasileira e verá que os números são assustadores.)Muitos poderiam saber deste dado, mas o que muita gente ainda não sabe é que o ciclo do lixo na natureza não acaba no momento em que o jogamos fora. Sempre descartamos aquilo que não nos serve mais e não sabemos o que acontece com ele. Quem recolhe ? Para onde vai ? O que é feito com esse lixo ?
A preocupação com o tratamento de resíduos sólidos e a reciclagem no Brasil iniciou-se no século passado, além de tardia, vem acontecendo de forma muito lenta. Mas, nas últimas décadas, o tratamento e a destinação do lixo vem adquirindo novos parâmetros. A preservação ambiental está em alta na mídia e na sociedade em geral, e desta forma, as pessoas estão mais interessadas nesta questão do lixo.
O lixo movimenta a economia, uma vez que gera renda para milhares de famílias que sobrevivem da venda de materiais recicláveis. Sem contar a economia de matéria prima ao reciclar os materiais e utilizá-los para a produção de outros. É importante saber o que acontece com o nosso lixo, afinal, ele também fala muito de nós! Isso mesmo, uma análise detalhada do seu lixo, pode revelar muitas coisas sobre você e é um indicador de economia em geral.
Bom, é importante também ressaltar um ponto, um equívoco que cometemos diariamente. Denominamos tudo aquilo que jogamos fora de 'lixo' e cometemos uma grande confusão. O termo lixo vem do latim lix, e de acordo com o Minidicionário Aurélio (2001) significa:
"O que se varre da casa, da rua, se joga fora; entulho. Coisa imprestável."
Contesta-se essa formulação generalizada do lixo, pois nele há algo a ser resgatado e que tem alguma serventia, os ditos materiais recicláveis, (ou reutilizáveis) aqueles resíduos que constituem interesse de transformação, que possuem mercado ou processo que viabilize a sua transformação: papel, plástico, metal e vidro. Por sua vez, a norma NBR 10.004/1987 da ABNT relata que o termo usado não é lixo, mas resíduo sólido. Atualmente, há a compreensão de que os materiais passíveis de reciclagem são chamados de resíduos sólidos, enquanto os materiais orgânicos e que não são destinados à reciclagem tem uma conotação de lixo mesmo...
Inicio hoje uma série de postagens sobre o gerenciamento do lixo que produzimos, falando especificamente da disposição deste lixo e sua destinação, tomando por referência a cidade de Natal-RN, que é exemplo na destinação final de resíduos sólidos, com seu eficiente Programa de Coleta Seletiva. Fiquem de olho!
A preocupação com o tratamento de resíduos sólidos e a reciclagem no Brasil iniciou-se no século passado, além de tardia, vem acontecendo de forma muito lenta. Mas, nas últimas décadas, o tratamento e a destinação do lixo vem adquirindo novos parâmetros. A preservação ambiental está em alta na mídia e na sociedade em geral, e desta forma, as pessoas estão mais interessadas nesta questão do lixo.
O lixo movimenta a economia, uma vez que gera renda para milhares de famílias que sobrevivem da venda de materiais recicláveis. Sem contar a economia de matéria prima ao reciclar os materiais e utilizá-los para a produção de outros. É importante saber o que acontece com o nosso lixo, afinal, ele também fala muito de nós! Isso mesmo, uma análise detalhada do seu lixo, pode revelar muitas coisas sobre você e é um indicador de economia em geral.
Bom, é importante também ressaltar um ponto, um equívoco que cometemos diariamente. Denominamos tudo aquilo que jogamos fora de 'lixo' e cometemos uma grande confusão. O termo lixo vem do latim lix, e de acordo com o Minidicionário Aurélio (2001) significa:
"O que se varre da casa, da rua, se joga fora; entulho. Coisa imprestável."
Contesta-se essa formulação generalizada do lixo, pois nele há algo a ser resgatado e que tem alguma serventia, os ditos materiais recicláveis, (ou reutilizáveis) aqueles resíduos que constituem interesse de transformação, que possuem mercado ou processo que viabilize a sua transformação: papel, plástico, metal e vidro. Por sua vez, a norma NBR 10.004/1987 da ABNT relata que o termo usado não é lixo, mas resíduo sólido. Atualmente, há a compreensão de que os materiais passíveis de reciclagem são chamados de resíduos sólidos, enquanto os materiais orgânicos e que não são destinados à reciclagem tem uma conotação de lixo mesmo...
Inicio hoje uma série de postagens sobre o gerenciamento do lixo que produzimos, falando especificamente da disposição deste lixo e sua destinação, tomando por referência a cidade de Natal-RN, que é exemplo na destinação final de resíduos sólidos, com seu eficiente Programa de Coleta Seletiva. Fiquem de olho!
Colaboração para esta postagem:
Saneiriany Keshiston, Técnica em Controle Ambiental pelo Cefet-RN. Atualmente, trabalha na Companhia de Serviços Urbanos de Natal-RN (URBANA).
Saneiriany Keshiston, Técnica em Controle Ambiental pelo Cefet-RN. Atualmente, trabalha na Companhia de Serviços Urbanos de Natal-RN (URBANA).
5 comentários:
Fêêêê é isso ai, temos que ter conciência que o nossa planeta esta precisando de nossa ajuda, e uma das coisas que devemos faz é c preucupar com o nosso resíduos sólidos...
parabéns fêêê.....
sim e Saneiriany é minha irmã....kkkkkkkkkkkkk
Detalhe: Eu também trabalho na URBANA! Só não sou Técnico em Controle Ambiental. :X
Muito bem Fê!!
Que bom vc divulgar informações sobre os resíduos sólidos, aqui no seu blog! Boa iniciativa!
E obrigada pelos créditos, num merecia tanto! rsrs
parabéns!
Parabéns!
xD
muito bom ficarmos 'por dentro' do q ocorre com 'o nosso lixo'...
abraço.
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